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Relato do Prof. José Pires, Presidente da AFIRSE- Secção Brasileira, na abertura da Assembléia Geral da Associação, ocorrida em Brasília, DF., no dia 7 do 9 de 2003.

HISTÓRICO DA CRIAÇÃO DA AFIRSE-SECÇÃO BRASILEIRA

Prezados associados,

Há uma história que hoje precisa ser lembrada. Ela iniciou em 14 de novembro de 1996, por ocasião do VII Colóquio da AFIRSE da Secção Portuguesa, em Lisboa. Um grupo de pesquisadores do Rio Grande do Norte, em reunião com alguns membros do Conselho de Administração do Setor Internacional, dispôs-se a formar um Grupo de Trabalho com vistas à elaboração do projeto de criação da AFIRSE- Secção Brasileira.

Em janeiro de 1997 esse Grupo de Trabalho reuniu-se para planejar as ações da criação de uma Secção Nacional, iniciando estudos da natureza e dos objetivos da AFIRSE, e uma análise de seu Estatuto. Paralelamente, um Ofício foi enviado às Instituições Universitárias para identificar pesquisadores francôfanos interessados em conhecer o projeto científico dessa Associação.

O Grupo de Trabalho investigou a fundo os Boletins da AFIRSE, identificou neles as informações mais significativas relativas às Secções Nacionais, analisou os Anais dos diferentes Colóquios e Congressos E assim, as reuniões de estudo se sucederam, com uma participação cada vez mais ampliada de pesquisadores interessados.

Em 1997, entre as atividades preparatórias ao Colóquio de Rabat, o Grupo de Trabalho responsável pelo projeto de criação da Secção Brasileira encaminhou ao presidente do Conselho de Administração do Setor Internacional, ofício explicitando que: em conformidade com o Artigo 1 do Regimento Interno do Setor Internacional, que afirma que “uma secção nacional pode ser constituída, desde que haja, pelo men os, um número mínimo de 10 membros da AFIRSE regularmente aceitos”; que tais membros sejam efetivamente pesquisadores em educação; que, de acordo com o Artigo 4 do Estatuto Internacional da Associação, “os membros da AFIRSE podem agrupar-se em Secções Nacionais”, devendo, para isso, contar com aprovação da Assembléia Geral Internacional que, por sua vez, também aprova Estatuto e Regimento Interno de cada Secção Nacional.

Com o encaminhamento do dossiê, o Grupo de Trabalho propôs à Assembléia Geral do Setor Internacional, através do Conselho de Administração deste Setor da AFIRSE, aprovação da criação da Secção Brasileira; aprovação de seu Estatuto e respectivo Regimento Interno; aprova ção de filiação oficial, como membros titulares da AFIRSE, do grupo de pesquisadores figurando na lista que havia sido apresentada em anexo.

Às 18:30 horas do dia 16 de maio de 1997 a proposta de criação da AFIRSE- Secção Brasileira, apreciada pela Assembléia Geral, conforme dossiê encaminhado ao Presidente do Conselho de Administração, foi recebida com simpatia e entusiasmo pela Assembléia, e contou com a aprovação dos presentes por unanimidade. Portanto, a partir dessa decisão da Assembléia Geral Internacional, que também aprovou seu Estatuto e Regimento Interno, a AFIRSE- Secção Brasileira têm existência legalmente reconhecida. O grupo de pioneiros que desencadeou o processo de criação de nossa Secção Nacional, e fez sua vinculação ao Setor Internacional, embora sabendo, por experiência, que se tratava de uma missão espinhosa e de grande responsabilidade, aceitou o desafio de conduzir os destinos da Secção Brasileira. No dia 29 de setembro de 1997, no Auditório do Centro de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em Natal, a Assembléia Geral elegeu como membros do 1º Conselho de Administração da Secção Brasileira os professores: Maria Salonilde Ferreira, Dja nira Brasilino de Souza, Gláucia Nascimento da Luz Pires, Jomária Mata de Lima Alloufa, Sandra Maria Borba Pereira, Márcia Gurgel Ribeiro e José Pires, os quais, por sua vez, constituíram José Pires como Presidente, Maria Salonilde Ferreira como Vice-Presidente, Gláucia Nascimento da Luz Pires como Secretária e Djanira Brasilino de Souza como Tesoureira., ficando os demais membros responsáveis pelos Comitês Cientifico, de Eventos e de Publicações.